Segunda-feira, 3 de Outubro de 2011

Previamente interrompida

 

Estava eu com as cuecas pelos joelhos, com o rabinho empinado (e altooooo), preparada para me sentar na sanita da Roca e dispensar um tempinho para as minhas actividades fisiológicas (e confesso que até estava com vontade) quando de repente:

 

- TUM, TUM, TUM
Alguém bate à portinha de madeira de minha casa, boing, era uma tia bisavó que por acaso queria falar com a minha mãe, que por sinal não estava em casa, e eu tive de hospedá-la devidamente até à minha mãe chegar e não a deixar sozinha na minha sala à espera enquanto eu estava a fazer coisas estritamente necessárias para o bom funcionamento do meu organismo.
Conclusão: Dói-me a barriga.


Moral: entre optares por uma dor de barriga e ires cagar, quando és a única pessoa que vive na casa, com uma anfitriã de 90 anos sentada no teu sofá da sala a olhar as tuas fotos da comunhão, opta pela segunda opção! 


 

je suis: doente
Ema H. Preston às 19:39
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Big Bang

...

Não há mal que sempre dur...

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