Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

Não há mal que sempre dure

A sério, quem me dera que eu tivesse um botãozinho para por on, off, ou mesmo umas pilhas para as mandar com o caralho. Sabes o que me sinto? Uma ciumenta, pocessiva, desiquilibrada (como me chamou a minha mãe no outro dia), uma péssima pessoa, uma miséria de filha, e que se fodam os 18's na pauta! 

Porra, sabes? eu pensava que as tempestades vinham mas lá acabavam por amainar, mas não há maneira desta parar. Vivo no filho da puta dum inferno, e sim tenho uma led tv no quarto e uma casa-de-banho só para mim com 17 jatos de massagem, mas ainda assim não me sinto bem. E revolto-me comigo mesma por ser assim, uma ingrata, por sentir este nó na garganta, este aperto no estômago. Sou uma egocêntrica de merda. Se calhar por o mundo não girar à minha volta é que me martirizo tanto ou então apenas preciso de um psicólogo ou de um psiquiatra ou coisa que me valha. 

Sabes, às vezes ponho-me a pensar: SORRI EMA, NÃO ÉS PRAÍ NENHUMA DROGADA TODA COMIDA PERDIDA NO MUNDO. E depois penso que a minha dor é tão imensa que nem essa gente passa pelo mesmo, porque os narcóticos aliviam tudo, digo eu...

Hoje queimaram-me um casaco que custou quase 100 euros e que apenas vesti duas vezes. Foda-se para queimada já bem bastava eu -.-

Amigas é outra coisa que mal sei o que é... Aquelas que me acompanharam desde sempre nem se dirigem a mim para dizer um bom-dia e eu sei lá porquê.

Também tenho pessoas muito boas ao meu lado, por exemplo, ELE, mas nem isso me deixa bem, porque penso sempre que amanhã pode ser o último dia. 

AHAH que desgraça que sou, mas no fim disto tudo a minha miséria deixa-me cada vez mais bonita, o que apenas significa cada vez mais miséria. 

 


Ema H. Preston às 19:45
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Não há mal que sempre dur...

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